SANTUÁRIOS 

Lugares de redenção e devoção

Construído no alto, num local privilegiado, por muitos anos o santuário de Nossa Senhora do Desterro foi propriedade particular do fazendeiro Manuel de Carvalho da Silva e era usado como um local de orações, agradecimentos e pedidos, até que o terreno com o santuário foi doado à diocese. 
Com quase 300 anos, a construção ainda mantém viva entre suas paredes, pinturas e altares, a história de toda uma comunidade. 

FOTO_IGREJA_1955-_COLABORAÇÃO_DE_PEDRO_GUIMARÃES_edited.jpg
FOTO_IGREJA_1955-_COLABORAÇÃO_DE_PEDRO_GUIMARÃES_edited.jpg

press to zoom
FOTO_IGREJA_1955-_COLABORAÇÃO_DE_PEDRO_GUIMARÃES_edited.jpg
FOTO_IGREJA_1955-_COLABORAÇÃO_DE_PEDRO_GUIMARÃES_edited.jpg

press to zoom

Santuário de Nossa Senhora do Desterro em 1955.

Igreja de Nossa Senhora do Desterro, com seu adro frontal (que foi parte do cemitério até 1894). Foto de 1970.

santuario 1970_edited_edited.jpg
santuario 1970_edited_edited.jpg

press to zoom
santuario 1970_edited_edited.jpg
santuario 1970_edited_edited.jpg

press to zoom
SANTUARIO DE NOSSA SENHORA DO DESTERRO_edited.jpg
SANTUARIO DE NOSSA SENHORA DO DESTERRO_edited.jpg

press to zoom
SANTUARIO DE NOSSA SENHORA DO DESTERRO_edited.jpg
SANTUARIO DE NOSSA SENHORA DO DESTERRO_edited.jpg

press to zoom

Santuário de Nossa Senhora do Desterro. Foto de 2016. A construção foi tombada pelo IEPHA em 2006, na gestão da Dra. Jurema Machado.

Altar do Santuário de Nossa Senhora do Desterro em 2014.
No altar-mór: Nossa Senhora do Desterro, padroeira do lugar,  São José de Botas e  o Menino Jesus já crescido. Essas são esculturas de madeira do século XVIII.

DSCF2696_edited_edited.jpg
DSCF2696_edited_edited.jpg

press to zoom
DSCF2696_edited_edited.jpg
DSCF2696_edited_edited.jpg

press to zoom
Apresentação1_edited.jpg
Apresentação1_edited.jpg

press to zoom
Apresentação1_edited.jpg
Apresentação1_edited.jpg

press to zoom

Altares após a reforma do Santuário
de Nossa Senhora do Desterro.
A construção da igreja data do século
XVIII, sendo concluída em 1775 conforme
a placa acima do altar Mór.
Foto da reforma finalizada em julho de 2016.

Um dos três sinos originais produzidos no século XIX, com o antigo Brasão do Império do Brasil oficializado em 1822 em evidência.

Apresentação1_edited.jpg
Apresentação1_edited.jpg

press to zoom
Apresentação1_edited.jpg
Apresentação1_edited.jpg

press to zoom
FOTO_DA_ANTIGA_IGREJA_DO_ROSÁRIO,_50_ANO
FOTO_DA_ANTIGA_IGREJA_DO_ROSÁRIO,_50_ANO

press to zoom
FOTO_DA_ANTIGA_IGREJA_DO_ROSÁRIO,_50_ANO
FOTO_DA_ANTIGA_IGREJA_DO_ROSÁRIO,_50_ANO

press to zoom

Vista parcial do centro histórico do Arraial do Desterro, em destaque a Igreja do Rosário, já demolida.
Imagem da primeira metade do século XX. Estima-se década de 1930.

 

FAZENDA BOA VISTA 

12509473_1218899591460083_71902259349792
12509473_1218899591460083_71902259349792

press to zoom
12509473_1218899591460083_71902259349792
12509473_1218899591460083_71902259349792

press to zoom

Registro de 1980 da fazenda Boa Vista, construída pelo sesmeiro Português, Manuel Carvalho da Silva.

casarao_em_cores_1998_colaboração_de_marcelo_fernandes_edited.jpg
casarao_em_cores_1998_colaboração_de_marcelo_fernandes_edited.jpg

press to zoom
casarao_em_cores_1998_colaboração_de_marcelo_fernandes_edited.jpg
casarao_em_cores_1998_colaboração_de_marcelo_fernandes_edited.jpg

press to zoom

Casarão da fazenda Boa vista em cores em meados dos anos 2000.

 

PELAS RUAS DO PASSADO

15941278_1556434881039884_31337466214061

Praça da rua Ribeiro Pena. Foto tirada em frente o bar do Marcelo Madeira, em meados dos anos 90.

Praça da rua Ribeiro Pena, centro de Marilândia em 1993. Foto tirada em frente a antiga mercearia Santo Antônio de Antônio Marques, o Tunico.

12642583_1233582096658499_23773568839637
20191031_190434.jpg

Centro de Marilândia em meados de 1970.

Praça Manuel Carvalho da Silva  em meados dos anos 2000.

20191031_192244.jpg
20191031_192806_edited.jpg

Praça central

Praça central em 1970.

paraça hk.jpg
historia do desterro i.jpg

Praça da Rua Ribeiro Pena em meados de 1970.

Praça da Rua Ribeiro Pena em meados de 1970. 

paraça_h.jpg
ruas 2.jpg

Foto do "pé do morro" do bairro Areão sem asfalto em 1995.

 

LAGE, A GRANDE PEDRA

um lugar de refúgio, rezas e histórias.

A lage é o ponto mais alto e mais visitado da região. Uma pedra cheia de mistérios e histórias. Nela encontramos pegadas, de acordo com os causos dos moradores, que foram deixadas por São José e o menino Jesus que ali passaram com o seu burrinho. Também encontramos nela um muro possivelmente construído por escravos das fazendas ali próximas, que se refugiavam lá.
Nessa grande pedra também era rezado, todo mês de maio, o terço de Santa Cruz.

a lage.jpg

Foto tirada em 2018.

20191014_093604.jpg

Foto tirada em 2019.

20191014_094126.jpg

Muro construído por escravos. Foto de 2019.

20191014_094237.jpg

Descida do lado direito. Foto de 2019.

DSC07423.JPG

Muro construídod por escravos, subida do lado direito. Foto de 2019.

20191014_093430(0).jpg

Base do cruzeiro onde era rezado o terço de Santa Cruz. Foto de 2019. 

PEGADA SÃO JOSÉ_edited.jpg

Pegada de São José.

PEGADA DO BURRINHO_edited.jpg

Pegada do casco do burrinho.

PEGADA MENINO JESUS_edited.jpg

Pegada do menino Jesus.

 

UM VOO NA GRANDE PEDRA DE MARILÂNDIA/MG

Filmagem com drone feita por Paulo Clebicar em Maio de 2019..

Confira mais videos como esse assinado o canal do YouTube

http://www.youtube.com/c/pc

 

RELIGIOSIDADE POPULAR 

A devoção de um povo

Antiga formação da Folia de Reis. (Foto sem data)

antiga_formação_da_folia_de_reis.jpg
20170105_102202.mp4.Still024.jpg

A Folia de Reis é uma festividade Católica onde é celebrada a visita dos três Reis Magos (Gaspar, Melchior - ou Belchior - e Baltazar) ao Menino Jesus. Foto de 2015.

A celebração dura 12 dias, começando em 24 de dezembro, véspera do nascimento de Jesus, até o dia 06 de janeiro, data da chegada dos Reis Magos chegam em  Belém. Foto de 2015.

20170105_102202.mp4.Still013.jpg
20170105_102202.mp4.Still023.jpg

Durante os dias de festa, o grupo de foliões visitam as casa que abrem as portas  e cantam suas músicas alegres em louvor ao nascimento do menino Jesus. Entre os componentes estão os mestres, que contam os versos na chegada; os contra-mestres , que representam os reis magos; o palhaço, que representa os soldados do rei Herodes disfarçados e que dança arrependido quando encontra o menino Jesus.

Terço de Santa Cruz rezado na Lage em 1993.

fran 006.jpg
terço 2019_9.jpg

Terço de Santa Cruz rezado na lage da pedreira, na comunidade rural da Lavrinha. Foto de 2017.

Cruzeiro, comunidade da Lavrinha. Foto de 2019.

terço 2019_edited.jpg
IMG_3087.jpg

Terço de Santa Cruz rezado na lage, comunidade da Lavrinha. Foto de 2019

Encomendação das almas, uma antiga
tradição realizada no distrito no período
da quaresma, quando os rezadores
percorrem as ruas do lugar entoando
cânticos e convidando aos moradores
a rezarem pelas almas. O rito se
encerra no cemitério próximo à meia noite. Foto de 2013.

3 ENCOMENDAÇÃO DE ALMAS (2) (1).jpg
3 ENCOMENDAÇÃO DE ALMAS (8) (1).jpg

Matraca. Instrumento utilizado para despertar os moradores que dormem para rezarem pelas almas. Foto de 2013.

Procissão do encontro, Semana Santa. Foto de 2018.

semana santa encontro.JPG
procissão_do_encontro_2018.JPG

Procissão do encontro, Semana Santa. Foto de 2018.

Túmulo que se reza na encomendação de almas. Foto de 2013.

3 ENCOMENDAÇÃO DE ALMAS (10) (1).jpg
388610_555881594446563_461051270_n.jpg

Procissão do enterro, sexta-feira da paixão. Foto de 2015.

Encenação da Paixão de Cristo, Semana Santa. Foto de 2018.

11915_555878097780246_1245628824_n.jpg
12745545_1247882331895142_29755646039067

Festa de Nossa Senhora do Desterro em 1960 com a presença de padre Libério.

Festa de Nossa Senhora do Desterro. Foto de 2012.

954756_611729855528403_1964578430_n.jpg
1005798_611729848861737_1142179655_n.jpg

Festa de Nossa Senhora do Desterro. Foto de 2012.

Celebração realizada na festa de Nossa Senhora do Desterro. Foto de 2018.

27972901_1865836566784386_43910379108958
36774233_2033592736675434_75078361317365

Passagem do manto durantre uma missa na Festa de Nossa Senhora do Desterro. Foto de 2018.

Festa do Reinado. Foto de 2015.

18221621_1506971016001277_83178186268230
18199264_1506972632667782_89530936990953

Festa do Reinado. Foto de 2015.

Festa do Reinado. Foto de 2015.

18221789_1506969536001425_18401996666319
18221803_1506970369334675_52264515981967

Festa do Reinado. Foto de 2015.

Festa do Reinado. Foto de 2015.

18199309_1506969562668089_68303763947184
18222055_1506971112667934_16103630940733

Festa do Reinado. Foto de 2015.

Festa do Reinado. Foto de 2015.

18222592_1506970176001361_13541688014404
18222128_1506971579334554_43163060019488

Festa do Reinado. Foto de 2015.

Festa do Reinado. Foto de 2015.

18222613_1506971836001195_14141188033865
IMG_5873.JPG

Festa do Reinado. Foto de 2019.

Festa do Reinado. Foto de 2019.

IMG_5877.JPG
IMG_5896.JPG

Festa do Reinado. Foto de 2019.

 

"CARREANDO A SAUDADE" 

A FESTA DO CARRO DE BOI

A Festa do Carro de Boi era uma das festas  importantes no distrito de Marilândia, toda a população se reunia para organizar e aproveitar os seus vários momentos. A festa sempre acontecia no mês de agosto e tinha como ponto alto o desfile de carros de boi, a cavalgada e o rodeio, atrações que acontecia no domingo, único dia da festa. 

Também aconteciam concursos para eleger a rainha do rodeio. Além disso, shows com cantores regionais e barraquinhas eram realizados.  

Hoje, a festa é registrada na memória dos moradores e ainda deixa saudades, mesmo com suas poucas edições, mas edições que marcaram a vida de cavaleiros e carreiros que participavam da festança.

Fotos de 1997.

fran 011.jpg
Festa do carro de Boi 4.jpg
festa do carro de boi 2.jpg
Carreiros do carro de boi.jpg
 

OBJETOS DE UM OFÍCIO 

Mais do que é um ofício, foi o aprendizado de cada nova experiência e lição.
Um conhecimento para todos.

A maior parte das pessoas que viviam no arraial do Desterro dependiam do trabalho na área rural. Trabalhavam na lavoura, na agricultura, plantando e colhendo alimentos necessários para sobrevivência. Era no campo que muitas pessoas criavam, e até hoje criam, animais e produtos que eram comercializados na cidade. Além disso, ainda prestavam serviços como de quitandeiras, lavadeiras, costureiras e barbeiros.

BALANÇA USADA PELA FAMÍLIA LIDUÁRIO. 

DSC07371.JPG
pilão_edited_edited.jpg

PILÃO DE SOCAR ARROZ E CAFÉ. 

LEITEIRAS USADAS PELA FAMÍLIA LIDUÁRIO. 

DSC07400_edited.jpg
20191015_102239.jpg

FORNO DE ESQUENTAR RAPADURA USADO PELA FAMÍLIA SILVA. 

CALDEIRÃO USADO PELA FAMÍLIA SILVA. 

20191015_101417.jpg
20191015_092706.jpg

BALANÇA DE MADEIRA USADA PELA FAMÍLIA SILVA.

DESNATADEIRA DE LEITE USADO PELA FAMÍLIA SILVA. 

20191015_101445_edited.jpg
DSC07386_edited.jpg

PENEIRA DE BAMBÚ USADA PELA FAMÍLIA LIDUÁRIO.

BALDE DE TIRAR LEITE USADO PELA FAMÍLIA LIDUÁRIO.

DSC07390_edited.jpg
DSC07394.JPG

FORNO DE TORRAR FARINHA, USADO PELA FAMÍLIA SILVA. 

TACHO DE COBRE USADO PELA FAMÍLIA SILVA.

DSC07404.JPG
DSC07409.JPG

CALDEIRÃO USADO PELA FAMÍLIA LIDUÁRIO.

FOGÃO DE LENHA USADO PELA FAMÍLIA LIDUÁRIO. 

DSC07412.JPG
DSC07446.JPG

ENGENHO DE CANA USADO PELA FAMÍLIA SILVA. 

ROCA DE FIAR USADA PELA FAMÍLIA RIBEIRO.

Entrevista_sr_João_luiz_ribeiro_(28).jpg
20191014_100906.jpg

MÁQUINA DE COSTURA USADA PELA FAMÍLIA SILVA. 

ARADO USADO PELA FAMÍLIA LIDUÁRIO. 

20191014_090512.jpg
fran 021.jpg

FORNO DE BARRO USADO PELA FAMÍLIA GUIMARÃES.

BARBEARIA DA FAMÍLIA GUIMARÃES.

fran 026_edited.jpg
fran 009.jpg

COLHEITA DE CAFÉ. 

 

MEMORIAL 

"O que a memória ama fica eterno." Adélia Prado

Tudo o que ficou registrado nas lembranças, tudo o que faz de Marilândia o que é

SENHOR  BILICO TEM 107 ANOS E NOS CONTOU UM POUCO SOBRE COMO ERA A EDUCAÇÃO NA SUA INFÂNCIA.

DONA JOANA, MORADORA DE MARILÂNDIA HÁ MAIS DE 90 ANOS CONTOU UM POUCO SOBRE A ANTIGA IGREJA DO ROSÁRIO QUE FOI DEMOLIDA HÁ 50 ANOS DEVIDO A DANOS ESTRUTURAIS QUE COMPROMETIAM A SEGURANÇA DOS FREQUENTADORES.

NATÁLIA CONTA COMO ERA CONFECCIONADO AS ROUPAS. 

JOÃO LUIZ RIBEIRO, NETO DE JOAQUIM FERREIRA DE MORAES, O QUINZINHO, QUE JÁ FOI DONO DA FAZENDA BOA VISTA, CONTOU PRA GENTE COMO ERA OS TRATAMENTOS ODONTOLÓGICOS HÁ MAIS OU MENOS 80 ANOS ATRÁS. INFELIZMENTE JOÃO NÃO ESTÁ MAIS ENTRE NÓS, MAS, FICA AQUI REGISTRADO NOSSO RESPEITO E ADMIRAÇÃO.

SENHOR RAIMUNDO HONÓRIO POETA, MÚSICO E TOCADOR DE REINADO CONTA COMO A VIDA ERA DIFÍCIL.

DONA DULCE MADEIRA CONTOU PRA GENTE UM POUQUINHO DE COMO ERA A PRAÇA MANUEL CARVALHO DA SILVA, ONDE FICA O SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DO DESTERRO.

SENHOR RAIMUNDO CONTOU COMO ERA A FESTA DO CARNAVAL EM MEADOS DOS ANOS 70/80.